Câncer Colorretal
Tumor maligno do cólon ou reto. Um dos cânceres mais frequentes no Brasil — e um dos mais previníveis com colonoscopia regular.
Conheça as principais condições gastrointestinais investigadas e tratadas com endoscopia. Sintomas, causas, tratamento — informação confiável para entender seu diagnóstico.
Tumor maligno do cólon ou reto. Um dos cânceres mais frequentes no Brasil — e um dos mais previníveis com colonoscopia regular.
Infecção das vias biliares, geralmente causada por obstrução por cálculo. Emergência médica que requer drenagem por CPRE.
Presença de cálculo (pedra) na via biliar principal (colédoco), geralmente vindos da vesícula. Pode causar icterícia, dor e infecção grave.
Desconforto digestivo crônico (azia, empachamento, saciedade precoce) sem alteração estrutural identificada nos exames. Diagnóstico de exclusão.
Presença de pequenas bolsas (divertículos) na parede do intestino grosso. Comum após os 50 anos. Geralmente assintomática, mas pode complicar.
Doença autoimune desencadeada pela ingestão de glúten, que danifica o intestino delgado. Tratamento é dieta totalmente sem glúten por toda a vida.
Doença inflamatória intestinal crônica que pode afetar qualquer parte do trato digestivo, da boca ao ânus. Cursa em surtos de atividade e remissão.
Inflamação do revestimento do esôfago, geralmente causada por refluxo crônico, infecção ou medicamentos. Diagnóstico e classificação por endoscopia.
Alteração da mucosa do esôfago em consequência de refluxo crônico. É lesão pré-cancerígena que exige acompanhamento endoscópico regular.
Inflamação da mucosa do estômago, aguda ou crônica. Pode ter várias causas e graus de severidade. Diagnóstico definitivo é endoscópico.
Bactéria que coloniza o estômago e é responsável pela maioria das gastrites crônicas e úlceras pépticas. Tem tratamento eficaz com antibióticos.
Dilatação das veias do canal anal. Comum, frequentemente subdiagnosticada. Sangue nas fezes nunca deve ser atribuído a elas sem investigação.
Deslocamento de parte do estômago para o tórax através do diafragma. Frequentemente associada a refluxo, mas pode ser assintomática.
Inflamação do pâncreas, aguda ou crônica. Pode ser desencadeada por cálculos biliares, álcool ou outras causas. Quadro pode ser leve ou grave.
Crescimentos na mucosa do intestino grosso. A maioria é benigna, mas alguns podem evoluir para câncer. Removê-los previne câncer colorretal.
Crescimentos benignos da mucosa gástrica. A maioria é inofensiva, mas alguns tipos exigem remoção endoscópica e acompanhamento.
Retorno do conteúdo do estômago para o esôfago, causando azia, queimação e regurgitação. Uma das condições digestivas mais comuns.
Doença inflamatória intestinal crônica que afeta exclusivamente o cólon e reto, causando úlceras na mucosa. Cursa em surtos.
Distúrbio funcional do intestino que causa dor abdominal e alteração do hábito intestinal sem dano estrutural. Diagnóstico de exclusão.
Lesão (ferida) na mucosa do estômago (úlcera gástrica) ou duodeno (úlcera duodenal). Pode causar dor, sangramento ou perfuração.
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