Pode ser silencioso por anos. Sintomas costumam aparecer em estágios mais avançados:
- Sangue nas fezes (vivo ou escuro)
- Mudança persistente no hábito intestinal (diarreia, prisão de ventre, fezes finas)
- Sensação de evacuação incompleta
- Dor abdominal recorrente, cólicas
- Perda de peso involuntária
- Anemia inexplicada (cansaço, palidez)
- Massa abdominal palpável (em estágios avançados)
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Causas e fatores de risco
A maioria começa como pólipo adenomatoso que evolui ao longo de 10-15 anos. Fatores de risco:
- Idade (>45 anos)
- Histórico familiar (parente de 1º grau dobra o risco)
- Síndromes hereditárias (Lynch, PAF) — 5-10% dos casos
- Doença inflamatória intestinal de longa data
- Tabagismo, álcool
- Obesidade, sedentarismo
- Dieta rica em carne vermelha e processada, pobre em fibras
- Diabetes tipo 2
Depende do estágio. Tratamento multidisciplinar:
- Cirurgia (colectomia) — base do tratamento curativo
- Quimioterapia adjuvante ou paliativa conforme estadiamento
- Radioterapia em câncer de reto
- Terapia-alvo e imunoterapia em casos selecionados (mutações específicas, MSI-high)
- Ressecção endoscópica em câncer muito inicial restrito à mucosa
- Acompanhamento oncológico de longo prazo
Prevenção é a chave: rastreamento com colonoscopia a partir dos 45 anos (antes se houver fator de risco) reduz drasticamente a mortalidade.
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Quando procurar atendimento médico
- Qualquer sangramento retal — não atribuir automaticamente a hemorroidas
- Anemia ferropriva em adulto
- Mudança persistente no hábito intestinal
- Perda de peso inexplicada
- Dor abdominal persistente
- Histórico familiar significativo
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