- Diarreia com sangue e muco
- Urgência evacuatória
- Dor abdominal em cólica, geralmente aliviada após evacuar
- Tenesmo (sensação de querer evacuar mas não conseguir)
- Perda de peso e cansaço (em surtos graves)
- Febre (em surtos graves)
- Manifestações extraintestinais: artrite, uveíte, eritema nodoso, colangite esclerosante
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Causas e fatores de risco
Causa multifatorial, semelhante ao Crohn:
- Predisposição genética
- Resposta imune alterada contra a microbiota
- Microbiota intestinal desregulada
- Fatores ambientais: dieta ocidental, vida urbana
- Curiosamente, o tabagismo é fator de proteção (mas não é recomendado!)
- Pico de incidência: 15-30 anos e segundo pico aos 50-70 anos
Não tem cura medicamentosa, mas é controlável. Tratamento escalonado:
- Mesalazina (oral e tópica) — primeira linha em surtos leves/moderados e manutenção
- Corticoides (prednisona, budesonida) — surtos moderados/graves
- Imunossupressores (azatioprina) — manutenção em casos refratários
- Imunobiológicos (infliximabe, adalimumabe, vedolizumabe) — casos graves ou refratários
- Cirurgia (colectomia total) — pode ser curativa em casos refratários ou com displasia
- Vigilância colonoscópica rigorosa após 8-10 anos de doença (risco de câncer)
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Quando procurar atendimento médico
- Diarreia sanguinolenta abundante (>10 evacuações/dia)
- Dor abdominal intensa
- Distensão abdominal grave (suspeitar megacolon tóxico)
- Febre alta
- Sinais de desidratação
- Anemia grave
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